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Bosch: "Formare é ferramenta ímpar de desenvolvimento", diz diretora

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Foi em uma aconchegante e simpática casa modular de madeira, sede do Instituto Robert Bosch em Campinas (SP) que, no último dia 21 de agosto, Edgar Silva Garbade, seu presidente, e Arlene Heiderich Domingues, diretora de RH da Robert Bosch para América Latina, receberam a equipe do Formare para uma descontraída entrevista.

Durante a conversa, acompanhados pelo olhar atento da coordenadora do Projeto Formare, Juliana Teixeira, eles explicaram a importância de um elo forte entre a empresa e seu braço social para o sucesso das iniciativas de voluntariado e responsabilidade social, e porque o Formare permanece firme face às intempéries econômicas mundiais recentes.

 

 

Crédito das imagens: Cris Meinberg/Arte Formare

Projeto Formare - Sabemos que, no contato com os alunos, os educadores desenvolvem habilidades pessoais e profissionais. Destacamos comprometimento com a empresa, capacidade de liderança e iniciativa, comunicação verbal ou mesmo conhecimentos específicos/técnicos da função. Como vocês enxergam esta questão na Bosch? O que mais vocês acrescentariam?

Arlene Heiderich Domingues - Bom, o projeto contribui, sem dúvida, para o aperfeiçoamento de uma série de competências. Acrescentaria, ainda, a questão da cooperação e planejamento, porque tenho funcionário da minha área que é voluntário e percebo o quanto se planeja e se prepara para essas aulas, o quanto se dedica, de fato, com seriedade a esse, digamos, 'ofício'.

Há também uma troca muito grande na sala de aula e, não raro, acontece de terem que mediar certos conflitos. Então, essa capacidade de lidar de maneira construtiva também acaba aflorando.

Projeto Formare - Ao protagonizarem esta mediação de conflitos, os voluntários acabam se tornando profissionais mais flexíveis?

Arlene - Não existe uma cisão entre aquilo que você desenvolve de competências no âmbito do voluntariado com o que entrega, depois, à organização. A partir do momento, por exemplo, que o colaborador desenvolve mais habilidade com comunicação, colaboração ou gestão de conflitos de uma maneira construtiva, isso não fica guardado; ele traz isso, sem sombra de dúvidas, no dia-a-dia.

 


Formare - Embora os institutos brasileiros tenham sido criados para se tornarem um "braço" das organizações e refletirem os ideais e filosofia delas no campo social, o que se observa na prática, em vários casos, é um distanciamento entre eles. Aqui, isto não acontece, pois o Formare é um projeto do Instituto Robert Bosch que conta com a participação dos educadores voluntários da Bosch, correto?! Como é, portanto, esta relação da empresa com o Instituto?


Edgar Silva Garbade - Não vejo esta contradição na Bosch. A empresa tem uma cultura de desenvolvimento social muito grande. Então, aquilo que o Instituto faz é um prolongamento daquilo que a companhia quer que seja feito. Não é uma organização separada e o fato de o voluntariado estar alinhado dentro destas duas organizações também ajuda muito a promover isso. Portanto, o Instituto está realizando um projeto incluindo funcionários da Bosch, não somente no Projeto Formare, mas em outros mantidos pela casa. Ganham as duas organizações que se vêem como um todo.



Arlene - Comungam da mesma crença...

Garbade - A crença básica no nosso desenvolvimento social é um dos fundamentos do fundador [Robert Bosch]. Se você olhar os nossos valores, isso faz parte.

 

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Formare - Em conversa informal conosco, o senhor revelou, inclusive, que o Instituto foi criado em função de uma necessidade de centralizar estes esforços e ações de responsabilidade em um só lugar, tendo em vista que, antes, eram iniciativas espontâneas isoladas...

Garbade - [Interrompe] ...de garantir que estes esforços sejam feitos com foco e uma continuidade deles, pois fica mais fácil se tenho organização e equipe próprias para realizá-los. Antes de inaugurarmos o Instituto, em 2004, as ações eram mais pontuais e aconteciam por meio de pessoas de dentro da empresa. Então formalizamos o Instituto para também darmos uma valorização maior a estas ações e garantir este foco. Há pessoas que hoje trabalham na diretoria que comprovam isso --a diretoria é sempre composta por duas ou três pessoas da Bosch e uma pessoa do Instituto. E espero que meu sucessor, assim como eu, se aposente e venha para cá [Instituto Robert Bosch]. Esta ligação, que é muito forte, tem que continuar. Caso contrário, o risco de as organizações se separarem e os funcionários não saberem mais o que é um e outro é grande.

Ano passado, em novembro, entrevistamos cerca de 2.500 funcionários, tanto aqui como na planta de Curitiba (PR), e tivemos um resultado muito bom: 90% sabiam o que é o Instituto e conseguiram indicar um ou dois programas que realiza. Esta é uma pesquisa que fazemos desde 2004, de dois em dois anos, e conseguimos, agora, atingir este índice, que era a nossa meta original. Isto também foi possível porque acoplamos as ações de comemoração dos 125 anos da Bosch com apresentações e inserções dos projetos do Instituto.


 

Arlene - Conhecer é pré-requisito para o engajamento. Só conhecer não os torna engajados, mas, sem dúvida, é um passo importante...

Garbade - [Interrompe] Exato! E, depois, é reforçar por meio do voluntariado...

Formare - Isabel Figueiredo, diretora da petroquímica Braskem, afirmou ao site "Canal Rh" que o mercado vive um novo momento: a entrada de um profissional global que, além de dominar a técnica, também deve ter "sensibilidade, inteligência emocional para estabelecer relações de confiança e cordialidade com os seus interlocutores". O Formare proporciona isto tanto aos educadores voluntários quanto aos alunos, não?! Como?

Arlene - Seguramente que sim porque, na realidade, o que acontece é o princípio da troca entre o educador e os alunos do Formare. Concordo com ela quando fala a respeito desta inteligência emocional, dessas competências que vêm adicionar ao lado técnico. Principalmente nos dias de hoje, acesso ao conhecimento técnico está mais fácil. Agora, conseguir fazer a entrega da maneira adequada só é possível se estabelecermos relações. Sozinhos não vamos conseguir, nem mesmo nas carreiras conhecidas, antigamente, como técnicas, nas quais você imagina aquele ser sozinho, trancado em uma sala. Hoje, se ele não for capaz de trazer toda a ciência e conhecimento que tem e transformá-los em um produto ou serviço que possa ser adquirido pela sociedade, acaba não tendo seu valor.



Assim,  concordo com ela, e nesse caminho do conhecimento existe uma verdadeira troca entre educando e educador. Acho que isso, como falei no início, vem contribuir para aumentar o leque das competências que acabam transformando as pessoas. E aí coloco não só no âmbito profissional. Não dá para fazer esta cisão do profissional, do voluntário e do pessoal. Você acaba tendo todo um processo de formação que vai desde a cidadania, de você estar se entregando para a comunidade, dando o seu quinhão para transformá-la.

Formare - Quais são as ferramentas de comunicação e as estratégias utilizadas por empresa e Instituto para sensibilizar os colaboradores sobre a importância do voluntariado empresarial?

Garbade - Isso é um desenvolvimento de alguns anos, não acontece de uma hora para outra. Você precisa criar algumas possibilidades para que os colaboradores entrem ativamente e, a partir daí, vai falando sobre isso e desperta neles o interesse em participar. Quando cheguei aqui, em 2002 [quando assumiu a vice-presidência da Robert Bosch América Latina], já tínhamos programas de voluntariado em ações das mais diversas. Temos o Formare, mas há, por exemplo, a Gincana da Solidariedade, na qual, durante todo o ano, grupos grandes de voluntários passam um sábado inteiro numa ONG: pintando-a, arrumando-a, cuidando do jardim...Em outras vezes eles vão ao supermercado e coletam alimentos para distribuição nas ONGs. Então, você tem que criar atividades das mais diversas, porque as pessoas têm vontade de realizações, e você tem que trazê-los aqui para dentro também e interagir com eles: temos gincanas esportivas, palestras, apresentações culturais...Isso tem que ser construído.

Arlene - Se me permitem o gancho, quando conversamos com os voluntários da empresa, além da aquisição de competências, é muito forte eles falarem da questão da realização pessoal, do prazer em ver que você contribuiu para transformar alguma coisa.

Portanto, toda vez que conversamos com alguém que participou de uma ação de voluntariado, os olhos brilham. E essa coisa do brilho no olho é muito séria porque sai da alma para fora. E isso você só consegue quando tem este engajamento, o que é muito bacana porque 'contamina' os outros, é contagiante.


Garbade - Conta muito este lado da realização, isto é, o 'fiz alguma coisa que fez a diferença'.


 

 

Formare - Nos últimos anos, a economia mundial passou por períodos de crise. O Brasil, em maior ou menor grau, também foi atingido e, neste cenário, há empresas que procuram equilibrar suas finanças cortando investimentos em responsabilidade social. Na Bosch, o Formare continuou sólido, consistente e imune a esta instabilidade econômica. Daí conclui-se que, estrategicamente, vale à pena para a reputação e imagem da empresa manter o projeto. Você concorda? Por quê?


Arlene - De fato, foi possível a manutenção do curso, mas só gostaria de ressaltar que não dá para assegurar que projetos sociais vão andar de maneira imune a qualquer instabilidade econômica. Caso contrário, seria no mínimo irresponsável da minha parte. Temos que encarar o fato de que a mantenedora do Instituto é a empresa.

A Bosch é uma empresa que privilegia manter o curso sempre que possível --e foi possível até hoje-- porque isto está dentro do nosso DNA, é do nascedouro da nossa organização a questão da responsabilidade social. É uma companhia que, desde a sua fundação, há mais de 125 anos, já trazia um valor muito forte neste sentido. Quando isso é um valor, não é o primeiro lugar onde se faz economia ou se corta recursos.


Talvez isso seja parte da explicação do porquê mantivemos o curso, não obstante às crises de 2009 e de 2011, que também não foi lá um ano muito bom.


Garbade - Você pode dizer que dá para fazer muitos projetos de responsabilidade social gastando um pouquinho mais ou um pouquinho menos, sem afetar o núcleo do projeto. Sempre tem um espaço ali. Se você tiver que ajustar alguma coisa porque, naquele ano, a doação que está recebendo da empresa é menor, você consegue dar continuidade cortando algumas atividades que não são necessárias para garantir o projeto. É uma experiência que fizemos no Instituto nestes anos todos.

Mas acho que o mais importante é o aspecto da cultura da empresa e, por isso, não é uma coisa que a gente faz quando tem mais dinheiro e não faz quando tem menos. Isso faz parte da cultura da nossa empresa...

 

Arlene - [Interrompe] Se faz parte do DNA, você não cogita cortar...É claro que o projeto contribui para a imagem de uma organização séria, responsável e que se preocupa com o que está acontecendo no entorno, na sociedade em que está inserida.  É claro que contribui, mas a imagem nunca foi o objetivo pelo qual a Bosch e o Instituto se dedicam à causa, é uma conseqüência. Nunca foi a razão pela qual nos movemos em direção ao voluntariado e aos programas que temos.



Garbade - É o DNA da empresa e a Bosch tem a responsabilidade social dentro da sua cultura. É uma coisa que é muito forte na Europa e que trouxemos para o Brasil e estamos levando para outras regiões --Índia e China estão começando a desenvolver o mesmo tipo de trabalho. Não é que a empresa exige, mas, como faz parte da cultura de todos os gestores, eles dão continuidade a este engajamento.


Formare - No caso do Formare, a educação corporativa é observada sob dois vieses: pelo do educador voluntário, que aprende e se recicla na medida em que ministra as aulas, e pelo lado do próprio jovem, que têm a chance de aprender como funciona o ambiente corporativo e, de quebra, se capacita para o mercado de trabalho. Para o Instituto Robert Bosch, ambos os lados são igualmente importantes?

Garbade - No início, quando começamos com o Formare, olhávamos o projeto somente como uma escola para os jovens aprenderem alguma coisa e não cuidávamos muito da construção da ponte para o mercado de trabalho. Há cerca de quatro anos, mudamos um pouco o foco e começamos a fazer um esforço neste sentido --abrir contatos com nossos fornecedores, preparar o currículo deles, apresentá-los lá fora. A meta final é garantir ou fazer o possível para que encontrem empregos. Alguns encontram aqui na Bosch, mas a maior parte encontra fora.

Por isso, escolhemos uma formação ampla, de logística e administração [o curso ministrado na unidade é o de Assistente de Serviços Comerciais, Administrativos e Logísticos], onde temos um grande número de fornecedores. É um foco importante porque, se não, você frustra os jovens ao sempre dizer 'ok, se você aprender, conseguir seu diploma, terá sucesso.' E por isto temos que ajudar a construir esta ponte para o mercado.

Formare - Imaginem a seguinte situação: vocês estão em uma reunião com representantes de várias empresas potencialmente interessadas em implantar o projeto. O tempo é escasso e a organização do evento lhes concede o direito de definir o Formare em tão somente uma única frase para o público presente. Diante deste cenário, o que diriam?

Arlene - Vou tentar sintetizar em uma frase (risos). Para mim, o Formare é uma plataforma especial que traz conhecimento e melhor formação para o aluno, possibilitando a ele conhecer a dinâmica de uma organização, algo que nenhuma escola fornece hoje no seu currículo, e, para o educador, é uma ferramenta ímpar de desenvolvimento contínuo porque você não consegue ter o script do que vai acontecer. Você consegue se planejar, mas não é o dono da dinâmica do que acontece nessa plataforma. E isso é muito rico.

Garbade - Posso dizer uma frase a mais porque esta está tão completa que não tenho mais muita coisa para falar (gargalhadas).
Acho que é o encontro de dois mundos: o dos alunos, que vêm de um ambiente bem diferente do empresarial, e o mundo da empresa. E, no final desse caminho de um ano, os dois terão aprendido muito na sua convivência. Porque os educadores são profissionais, pessoas que já passaram por todo um processo de estruturação e de aprendizado, e agora encontram esses jovens que vêm conhecendo um mundo que nunca viram, uma organização cheia de regras...eles dizem 'como vocês têm regras para tudo aqui???' (risos). O Formare tem tantas regras como a Bosch, né?! E acho isso admirável, esses dois mundos convivem e aprendem juntos e, ao final de um ano, você vê a alegria dos alunos em ter aprendido conteúdo e convivido com estes educadores. Esse final é fenomenal, você fica de boca aberta! E o resultado é ótimo.

 

::OUÇA A OPINIÃO DOS ENTREVISTADOS SOBRE O FORMARE

 

Áudio 1

Reprodução

 

Áudio 2

Reprodução
 

 

Formare - Você, Arlene, incentivaria o seu colaborador a se tornar um educador voluntário? Tem certeza dos benefícios que o Formare traz para o funcionário?

Arlene - Não tenho dúvida. Ele traz não só para o funcionário, mas para ele como indivíduo e cidadão. Tenho colaboradores na minha área que são voluntários do programa e não só incentivo como fico muito contente de ver o quanto essa questão do DNA passa de geração em geração.

(por Edson Lovatto, Cris Meinberg e Carol Magon, enviados especiais a Campinas)

 

 

Antes de entrevistas, Fundação divide experiências com os alunos


Horas antes da entrevista com Edgar Garbade e Arlene Domingues, a equipe da Fundação Iochpe "invadiu" a sala de aula para conversar com os jovens da 7ª turma. Durante o bate-papo, as representantes institucionais Cris Meinberg e Carol Magon e o assessor de comunicação Edson Lovatto falaram sobre o trabalho desempenhado no Projeto Formare, dividiram experiências e procuraram descobrir os interesses, gostos e sonhos dos alunos.

 


Leia depoimentos coletados de alguns alunos da turma:

::Bárbara Fernandes
"O Formare nos deu um norte porque mostrou quais são nossas responsabilidades e que, se assumimos um compromisso, temos que cumpri-lo. O projeto também nos fez perceber como será de agora em diante, inclusive no ambiente de trabalho; nos fez crescer, ensinou para a vida."


 

::Marcelo Pittia
"Resolvi cursar o Formare depois de ter feito um curso profissionalizante de dois anos em outra instituição. Durante as aulas, lidei com várias máquinas, operações e até desenho técnico. Passei, então, a me apaixonar por Engenharia e a pesquisar e ler bastante sobre o assunto. Quando entrei na Bosch, já tinha a expectativa de logo conhecer algum engenheiro que me ajudasse a me aprofundar na área ou mesmo trabalhar aqui.

O Formare me abriu muitas portas e me permitiu ter contato com profissionais de diversos setores, que me passam uma visão bastante ampla do mercado e das regras de uma companhia.

Sou um privilegiado por ter aulas com um educador voluntário, pois ele tem bastante experiência de vida e sabe muito sobre a rotina de uma empresa para nos transmitir, algo que, talvez, um professor do ensino comum não teria."

 

 

::VEJA MAIS FOTOS DO BATE-PAPO COM OS ALUNOS

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(EL)

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::ENTREVISTAS ESPECIAIS

 

>>ESPAÇO PARCEIRO

 

MICHEL BOCCACCIO - Diretor Geral Alstom Hydro América Latina

"Inicialmente, o mais fundamental foi a empresa ter ajudado a população de baixa renda. Com a experiência, descobrimos também o impacto interno pela formação diferenciada que proporciona aos colaboradores." Leia mais

 

 

ROBERTO RÍOS - Presidente da Divisão de Alimentos da PepsiCo do Brasil

"As pessoas que dedicam seu tempo e preparam suas aulas com tanto carinho estão sendo líderes congruentes e devolvendo à comunidade um pouco do que são. Os que mais se beneficiam não são as crianças, são os educadores." Leia mais

 

TONY RIVERA - Diretor de Gestão Corporativa da Renuka do Brasil

"O Formare permite o desenvolvimento de jovens e ajuda a comunidade em geral --não só o universo da empresa, seus empregados e dependentes. Faz parte da política de responsabilidade social da empresa investir em educação, que é o principal alicerce do desenvolvimento." Leia mais

 

PAULO BORBA - Diretor de RH e TI da Navistar South America

"O Formare é uma âncora dentro da cultura da empresa. Ele é símbolo dos nossos valores, do que praticamos, queremos e esperamos de nossos profissionais; uma oportunidade simples, barata, fácil e que dá resultado rápido." Leia mais

 

GÁBOR DEÁK - Presidente da Delphi para a América do Sul

"Na Delphi, hoje, a proporção entre voluntários e alunos é algo na base de 2 para 1, ou seja, temos 300 voluntários e 140 alunos. O que fazemos é mexer na cabeça, no comportamento e na responsabilidade social de todos eles, que estão, de fato, agindo." Leia mais

 

MIGUEL BERMEJO - Diretor regional de RH do Hyatt Latin America

"Preparamos os jovens para um ambiente de hotel cinco estrelas. É muito interessante para ajudá-los a definirem suas vocações --aqui temos engenheiros, médicos, advogados trabalhando. Então, o leque de pessoas facilita para que decidam o que fazer de suas vidas." Leia mais

 

CLAUDIO LUNA - Gerente-Geral de RH da Usiminas - Usina Cubatão

"É um projeto que não tinha como dar errado. O que nós fizemos foi colocar um pouquinho de fermento nessa receita, fazer com o que o pessoal entendesse a grandiosidade do projeto, comprasse a ideia e nos ajudasse a conquistar educadores voluntários." Leia mais

 

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>>ESPAÇO ALUNO

 

PAULO TAVARES - Funcionário do setor de protótipos e ex-aluno da Magneti Marelli Amparo

"O curso me abriu um leque de opções e oportunidades de carreira. Na parte pessoal, melhorei muito a questão da comunicação, do trabalho em equipe e me tornei uma pessoa mais pró-ativa na minha família e comunidade." Leia mais

 

WELLINGTON DA SILVA - Advogado e ex-aluno da MWM International

"O que não aprendi na Febem, o Formare me ensinou, tornando a minha educação mais estruturada principalmente no quesito profissional. Aprendi a lidar com públicos diferentes, com os problemas de cada um e a conhecer a estrutura de uma empresa." Leia mais

 

STEVÃO DE OLIVEIRA - Analista de Processo/Produto e ex-aluno da Satipel (atual Duratex)

"O convívio com colaboradores/profissionais de diversas áreas nos trouxe amadurecimento e as boas práticas aplicadas em sala, na área e até mesmo experiências transmitidas aos alunos nos trouxeram preparação." Leia mais

 

ADRIANA POUBEL - Gerente de contas e ex-aluna da Arteb

"Antes, a minha percepção era a mesma das pessoas de baixa renda, com a visão de mundo de trabalhar em uma empresa com cargos menores e lá me aposentar. Cheguei a ouvir do meu pai que faculdade é coisa para ricos, mas o Formare me mostrou o quanto somos iguais e capazes." Leia mais

 

EDUARDO MITTMANN - Integrante da equipe de meio ambiente da construtora Odebrecht e ex-aluno da Maxion

"O Formare passa uma filosofia diferenciada e muito peculiar que é formar para o mundo; deveria se tornar política pública. Podemos fazer a diferença e, se cada um fizer sua parte, teremos grandes mudanças." Leia mais

 

JAKSON CONCEIÇÃO - Analista de RH que, ao longo da carreira, já entrevistou e ajudou a admitir vários ex-alunos do projeto

"Em muitas ocasiões, depois que entrevistei ex-alunos e eles foram contratados, os gestores me passaram feedback muito motivador e acabaram usando-os como modelo para os colaboradores." Leia mais

 

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>>ESPAÇO VARIEDADES

 

ROBERTA MARTINS - Mestre em administração estratégica

"O Formare encontra-se muito desenvolvido e com uma metodologia quase que perfeita, resolvendo o problema de subsistência das franqueadas com facilidade e alcançando de forma efetiva e em grande número todos os 'stakeholders' nele envolvidos." Leia mais

 

ROGÉRIO CHER - Especialista em gestão de pessoas e empreendedorismo

"Como executivo de RH, testemunhei organizações bem sucedidas em seus programas de voluntariado que claramente atuavam --embora não fosse este o propósito inicial destas iniciativas-- na direção de ampliar profundamente o vínculo entre indivíduos e organização." Leia mais

 

LUIZA GHISI - Escritora, consultora e orientadora de carreira

"Falta vocação para a responsabilidade social em nosso país. Ainda se prefere dar do que formar, do que se responsabilizar pelo processo. É muito pouco o que se tem feito perto do que seria possível fazer." Leia mais

 

 

SUZEL FIGUEIREDO - Diretora de pesquisa da Aberje

"Hoje não é possível ser uma grande corporação sem investir em comunicação corporativa, já que a empresa é uma agente social e, como tal, relaciona-se com diversos outros públicos. Este é o conceito da sustentabilidade." Leia mais

 

CLÁUDIO DE ANDRADE - Coaching em sustentabilidade e professor de pós-graduação

"O envolvimento com ações de responsabilidade social melhora sensivelmente o clima e os resultados no ambiente de trabalho. A empresa cresce e ganha mantendo a equipe engajada." Leia mais

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